quarta-feira, 20 de outubro de 2010
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
CAFÉ COM BOLACHA: UMA DELÍCIA!
![]() |
| Receita no blog simplesmente delícia |
Há os que molham o biscoito no café e aproveitam!
Tem os que comem enquanto degustam o café e há os que dispensam estas maravilhas (para a alegria de pessoas como eu!).
Porque:
a) não gostam.
b) acham muito calórico (tststs...heresia isso sim!.
c) bateram a cabeça quando eram pequenos.
O fato é que pensar em tomar café sem nada acompanhando parece impensável. Então, pensando no clima ameno de primavera e comemorando o horário de verão, achei uma receitinha em outro blog que é uma delícia.
Seja feliz!
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
CHEIRINHO DE CAFÉ
Tomar café é, definitivamente, um hábito brasileiro. Ele foi introduzido no Brasil no ano de 1727 no Pará e desde então têm tido um importante papel social e econômico no país.
O popular cafezinho faz parte da rotina do brasileiro, todos os dias e o dia todo. Tomamos café quando recebemos visitas, após as refeições, em intervalos no trabalho, pela manhã, em reuniões, em velórios, no aeroporto, esperando um ônibus na rodoviária, na faculdade, na rua, no sol, no verão, no inverno, em dias chuvosos e em momento alegres.
As grandes metrópoles extrapolaram o conceito de cafeteria. No Brasil, em zonas centrais ainda encontramos aquelas cafeterias tradicionais, antigas, com os seus freqüentadores de chapéus e suspensórios (aqueles que se encontram para tomar café há 50 anos no mesmo local e no mesmo horário). Há, também, cyber-fashion-cafeterias, com suas arquiteturas caras e lojas de pâtisseries elegantes e minimalistas. Nestes locais o serviço é impecável. A atmosfera é fria, impessoal e esterilizada. Nestes templos do consumo come-se bem, se toma um café premiado, de boa qualidade e se promove reuniões de negócios.
Na verdade, na essência, o espírito do café é mais básico, mas elementar. Sentir o cheirinho do café passado nos remete à casa da mãe, ao aconchego. O aroma do café é amigável, convidativo e estimulante. Parar para tomar um café significa dar um tempo na correria, pensar um pouco no que está dentro, sentar e observar o que está fora. Relaxar, descontrair e se divertir.
No mundo urbano contemporâneo, sentimos falta de um monte de coisas: de valores fundamentais, da vida simples. De hábitos como tomar um chimarrão no pátio, jogar conversa fora, de se sentar na cozinha e comer um bolo caseiro fresquinho (de milho, de chocolate, de cenoura) degustando um cafezinho recém feito com a família e amigos.
Em Porto Alegre, existem vários recantos amigáveis que nos permitem viajar no tempo. No Bom Fim, temos o Lugar Maior que tem tudo isso que eu falei. Ah, sempre acompanhado de uma boa música.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Da nossa colaboradora da semana, Um chá, um livro e um poema.
Chá de amora
Sedativa, expectorante, refrescante, emoliente, calmante, diurética, antidiabético, antiinflamatória, tônica, febre, diabetes, dermatoses, eczema, erupções cutâneas.
É conhecida como a planta REGULADORA DOS HORMÔNIOS.
Os japoneses substituem a água por chá de amora.
O livro das ignorãças, de Manoel de Barros
O Livro das Ignorãças, de Manoel de Barros, publicado em 1994, remete à realidade desconhecida, a um desconhecimento prévio dos conceitos, significados, sentidos. Um livro que guarda a origem das coisas.
Desconhecer para conhecer
Neste livro Manoel de Barros continua "entortando" as palavras. Certa vez ele disse a Guimarães Rosa: "Temos que enlouquecer o verbo, adoecê-lo de nós, a ponto que esse verbo possa transfigurar a natureza. Humanizá-la."
Deu certo.
Frases do livro...
Eu sei das iluminações do ovo .
Não tremulam por mim os estandartes.
Não organizo rutilâncias.
Nem venho de nobrementes .
Maior que o infinito é o incolor.
Eu sou meu estandarte pessoal.
Preciso do desperdício das palavras para conter-me.
O meu vazio é cheio de inerências.
Sou muito comum com pedras.
Tenho o ombro a convite das garças.
A chuva atravessou um pato pelo meio. A chuva deformou a cor das horas.
A placidez põe a mão nas águas.
Do que não sei o nome eu guardo as semelhanças.
Sedativa, expectorante, refrescante, emoliente, calmante, diurética, antidiabético, antiinflamatória, tônica, febre, diabetes, dermatoses, eczema, erupções cutâneas.
É conhecida como a planta REGULADORA DOS HORMÔNIOS.
Os japoneses substituem a água por chá de amora.
O livro das ignorãças, de Manoel de Barros
O Livro das Ignorãças, de Manoel de Barros, publicado em 1994, remete à realidade desconhecida, a um desconhecimento prévio dos conceitos, significados, sentidos. Um livro que guarda a origem das coisas.
Desconhecer para conhecer
Neste livro Manoel de Barros continua "entortando" as palavras. Certa vez ele disse a Guimarães Rosa: "Temos que enlouquecer o verbo, adoecê-lo de nós, a ponto que esse verbo possa transfigurar a natureza. Humanizá-la."
Deu certo.
Frases do livro...
Eu sei das iluminações do ovo .
Não tremulam por mim os estandartes.
Não organizo rutilâncias.
Nem venho de nobrementes .
Maior que o infinito é o incolor.
Eu sou meu estandarte pessoal.
Preciso do desperdício das palavras para conter-me.
O meu vazio é cheio de inerências.
Sou muito comum com pedras.
Tenho o ombro a convite das garças.
A chuva atravessou um pato pelo meio. A chuva deformou a cor das horas.
A placidez põe a mão nas águas.
Do que não sei o nome eu guardo as semelhanças.
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